Pra
quem quer ir mais fundo na pesquisa da música brasileira
um bom guia é o novo livro do crítico musical
Tárik de Souza, Tem Mais Samba - Das Raízes
à Eletrônica (Editora 34)
Crítico
musical Tárik de Souza mostra que o samba nunca esteve
tão vivo
Pra
quem quer ir mais fundo na pesquisa da música brasileira
um bom guia é o novo livro do crítico musical
Tárik de Souza, Tem Mais Samba - Das Raízes
à Eletrônica (Editora 34). O jornalista carioca,
de 57 anos, é um dos mais respeitados críticos
musicais do país, hoje no Jornal do Brasil. O livro,
lançado no final de 2003, reúne oitenta textos
escritos entre 1986 e 2003, incluindo encartes para CDs e
songbooks e textos publicados na imprensa e na Internet. Tárik
mergulha nas raízes do samba para depois sintonizar
batuques mais tradicionais com os mais contemporâneos,
acústicos, elétricos e eletrônicos. É
uma salada que explica o hibridismo da música brasileira,
indo fundo na gênese do samba. Portanto se pode saber
sobre Bebel Gilberto e Fernandinha Abreu ou sobre Clementina
de Jesus e Gonzaguinha, passando pelos primeiros sambistas
brasileiros. É samba de raíz que foi se metamorfoseando,
passando pela bossa nova, o sambalanço, o samba-canção,
o samba-enredo e o atual samba-rock. Sem esquecer da influência
do nosso ritmo mais abrangente na nossa eletrônica e
no hip-hop. Portanto o trabalho de Tárik faz concluir
e citar a máxima Aqui tudo acaba em samba.