Bitsmag comenta em primeira mão o novo álbum do Depeche Mode
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| Capa do novo CD do Depeche Mode, Playing the Angel |
O aguardado CD do Depeche Mode, Playing the Angel finalmente nasceu. Com previsão de lançamento para os próximos dias 17 e 18, no Reino Unido e nos EUA, respectivamente, a redação do Bitsmag, mais uma vez, bate no peito e chuta pro gol ouvindo antes e comentando esta grata surpresa para este quase final de ano. A segunda faixa do álbum, John the Revelator , revela a vertente religiosa do grupo com este hino imortal. A versão executada afirma, novamente, a pluralidade do Depeche Mode em unir o groove de uma batida certeira, com guitarras, coral gospel e, obviamente, o vocal inigualável de David Gahan. Pista certa.
Precious, quinta faixa e primeiro single, que foi lançado no dia 3 de outubro na Inglaterra e no dia 11, nos Estados Unidos, remete à sutileza de faixas do irrepreensível Music for the Masses, tipo Sacred. O Bits já ouviu e aposta que o remix desta música será a bola da vez das pistas mais moderninhas. A versão Precious Sashas Garganfuan - Vocal Mix é boa demais. A segunda versão de Precious (misc. full mix) beira quase ao electro, enquanto a faixa Free é soturna e quase dispensável. Voltando ao Playing the Angel, em Macrovision, o talentoso Martin Gore faz as honras em uma interpretação singular.
A Pain that I'm used to, faixa que abre Playing the Angel, vem rasgando os tímpanos com riffs arrastados pela companhia de teclados densos e, obviamente, permeados pelo vocal de Dave Gahan. Suffer Well é uma música que pega pelo ouvido. Inteligente e feliz. Em Damaged People Martin Gore brinda, mais uma vez, o incauto ouvinte com o seu vocal que dispensa comentários.
The darkest star fecha Playing the Angel com chave de ouro e fortalece, ainda mais, a característica do Depeche Mode que é "metamorfisar" as suas vertentes musicais em cada álbum. Um CD essencial sem sombra de dúvidas.
Internet abre as portas para novos talentos com o Oi tem Peixe na rede
A Internet mais uma vez expande os seus horizontes com o primeiro festival de música realizado exclusivamente por este canal multicultural. Intitulado Oi Tem Peixe na Rede a empreitada, idealizada pelo jornalista e produtor cultural Bruno Levinson e produzido em parceria com o publicitário Maurício Mota, começou no dia 10 de agosto e, desde então, já tem dado o que falar no cenário da música independente nacional. Na verdade o Oi Tem Peixe na Rede vem bem ao encontro num momento em que a indústria fonográfica tem visto na Internet novas formas de produzir, promover e distribuir música.
Com duração prevista para quatro meses, a votação tem sido feita exclusivamente online. O grande vencedor do festival será contratado pela gravadora Sony BMG, para gravar e lançar um álbum e um videoclipe. O critério da eleição, segue o seguinte esquema, além da votação dos internautas, o festival ainda conta com uma comissão julgadora, formada por profissionais que atuam no mercado musical: o músico Dado Villa-Lobos, o jornalista Carlos Albuquerque (O Globo), o radialista, produtor e fotógrafo Maurício Valladares, o diretor artístico da Sony BMG, Bruno Batista, e o idealizador do projeto, Bruno Levinson.
Depois de 881 artistas/bandas inscritos, dos mais variados estilos e dos quatro cantos do país e de muitos votos, o primeiro festival de música da América Latina que está acontecendo exclusivamente pela Internet, acaba de divulgar os 100 artistas selecionados para a segunda etapa. Entre estes estão bandas e artistas de diversas regiões do País como Rio de Janeiro, Niterói, Búzios e Macaé (RJ); São Paulo, Cotia, Taubaté, Vinhedo, Cerquilho, Carapicuíba e Ilha Solteira (SP); Belo Horizonte, Juiz de Fora, Divinópolis, Mariana, Capelinha, Barbacena e Campo Belo (MG); Vitória (ES); Santa Maria (RS); Teresina (PI); Campo Grande (MS); João Pessoa (PB); Curitiba e São José dos Pinhais (PR); Criciúma (SC); Fortaleza (CE); Teixeira de Freitas e Salvador (BA); Natal (RN) e Goiânia (GO).
Nesta segunda fase eliminatória, o festival, acreditando que todos os inscritos que chegaram até aqui, de uma forma ou de outra já podem se considerar como vencedores, terão a chance de ver suas músicas se tornarem ringtones disponíveis em três formatos: toques monofônicos, toques polifônicos e em mp3 para celulares Oi, o que pode ser bem interessante para a divulgação destes artistas. O critério para a reta semi final, será a partir da maior número de downloads que o artista tiver da sua música, para isso, basta acessar o site www.oitempeixenarede.com.br
A terceira etapa acontece neste mês de outubro e será composta pelos cinco selecionados com suas músicas e letras disponíveis para audição e download. Cada um deles fará um show exclusivo, transmitido pelo site do evento e serão julgados pela comissão e também pela platéia virtual. Outra novidade do festival é que os internautas estarão concorrendo a um prêmio especial: eles podem criar videoclipes das músicas finalistas. O melhor "internauta-diretor" será contratado para integrar a equipe de criação que fará o clipe do artista vencedor.
Em novembro, acontece a reta final. Os três escolhidos (2 pela comissão e 1 pela platéia) farão uma turnê com três shows: Vitória, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Após a turnê, a comissão julgadora escolherá o vencedor. O voto popular nesta fase vale como o de um sexto membro da comissão. Ao final do último show, no Rio de Janeiro, o escolhido será declarado vencedor da primeira edição do festival Oi Tem Peixe na Rede.
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